quarta-feira, 1 de julho de 2009

Seis razões típicas para uma mulher se casar com um homem

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CUIDADOS COM O ALIMENTO:


Por que é importante higienizar bem o alimento?
Alguns microrganismos são encontrados nos alimentos desde sua obtenção na agricultura ou na pecuária. A riqueza de proteína e de água em alimentos de origem animal facilita a deterioração do produto e a sobrevivência e multiplicação de microrganismos nocivos ao ser humano. Outros contaminam os alimentos por manipulação incorreta, armazenamento, preparo e distribuição inadequados. Alguns tipos de microrganismos estão presentes nos alimentos por contaminação de origem fecal. É muito importante, então, higienizar bem os alimentos para retardar ou inibir as contaminações microbianas e a deterioração dos produtos, prevenindo, assim, contra intoxicação e infecção de origem alimentar.

Lavar apenas com água corrente já é o suficiente? Ou devem-se usar fórmulas caseiras, como vinagre, ou produtos específicos vendidos em supermercados?

Lavar apenas com água corrente (potável) é importante, mas não é suficiente em algumas situações.
A água corrente retira as sujidades visíveis a olho nu, como terra nos vegetais folhosos, mas não é suficiente pra sanitizar, ou seja, reduzir a um nível seguro ou retirar dos alimentos que serão consumidos crus (saladas de vegetais folhosos, como a alface) os microrganismos nocivos ao ser humano.
O vinagre é um condimento e não é produto que esteja relacionado como desinfetante pelas legislações da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O cloro (hipoclorito de sódio) é o sanitizante mais usado porque é efetivo contra uma grande variedade de microrganismos, mesmo em baixas concentrações, e está disponível para a venda em supermercados.

Como as folhas devem ser higienizadas?
Primeiramente deve-se descartar as folhas murchas ou queimadas. As folhas boas que irão ser consumidas cruas devem ser lavadas em água corrente uma a uma, mergulhando-as posteriormente durante 15 minutos em solução clorada (hipoclorito de sódio a 2%) na proporção de uma colher de sopa para um litro de água ou seguindo orientação do fabricante. Recomenda-se mergulhar em solução com vinagre a 2% por 5 minutos para retirar o resíduo (cheiro e sabor de solução clorada). Após a sanitização o alimento não deve ser mais lavado com água corrente e o excesso de água do alimento deve ser retirado somente por escoamento (escorrer).

E as frutas?
Os alimentos cujas cascas não são consumidas (tais como laranja, mexerica, banana, entre outras) podem ser lavados somente em água corrente. No caso de utilização de escovas para esfregar as cascas, a escova deve ser utilizada somente para alimentos e deve ser higienizada frequentemente com sabão e hipoclorito de sódio. Ainda assim é preciso que o descascador utilizado, a mão e as unhas do manipulador e do consumidor do alimento estejam higienizados com água corrente e sabão, para não contaminar o alimento descascado.

O tomate deve ser lavado com sabão, por conter muitos agrotóxicos?
A lavagem dos alimentos em água corrente ou com sabão só consegue remover parte dos resíduos de agrotóxicos presentes na superfície do tomate. Alguns profissionais não recomendam o uso de sabão ou detergente na lavagem dos frutos (como o tomate) e das frutas porque tendem a causar a perda de qualidades sensoriais (odor e sabor característico) dos alimentos.

Alimentos passados podem ser consumidos?
Alimentos passados nunca devem ser consumidos porque algumas contaminações microbianas não alteram de imediato o sabor dos alimentos. Por isso, na dúvida, não experimente, jogue fora o alimento suspeito de estar passado.

Se não forem bem higienizados, o que os alimentos mal lavados podem acarretar para a saúde?
Os alimentos mal lavados podem causar DVAs (Doenças Veiculadas por Alimentos), como infecções e/ou intoxicação alimentar. Essas doenças podem causar desde sintomas moderados, como dores abdominais, dores de cabeça, náuseas, vômitos e diarreias, até levar à hospitalização e mesmo à morte, dependendo da intensidade e tipo da contaminação e da resistência imunológica da pessoa contaminada.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Cigarro e bebidas alcoólicas: drogas permitidas por lei

Por que as pessoas começam a fumar cigarros e a beber bebidas alcoólicas?
Tanto as drogas lícitas, cuja venda e consumo são permitidos por lei, como as ilícitas, cujo consumo e venda são proibidos pela lei, participam do mesmo processo de iniciação. Geralmente, o início se dá pelas drogas lícitas, passando para as ilícitas. Existem vários fatores relacionados nesse processo como, por exemplo, a genética, a neurobiologia, o comportamento e o ambiente. Sabe-se que a freqüência do uso repetido de drogas produz alterações no sistema nervoso. Essas alterações podem ser chamadas de tolerância ou sensibilização e contribuem para aumentar o desejo de consumir drogas.Existem vários outros motivos para o uso de cigarro, álcool ou outras drogas, como a busca pelo reconhecimento grupal ou prazer imediato, o acompanhamento de uma cultura que potencializa o uso, a fuga da realidade, negligência ou desestrutura familiar, relações próximas violentas, busca de coragem para ter atitudes que não teria na ausência da droga, são alguns dos motivos.

Um pai que fuma e bebe pode influenciar o filho a fazer o mesmo?
Deve-se ter muito cuidado para não rotular crianças e adolescentes, nem culpabilizar os pais. Pois, apesar de haver uma influência genética para o uso de álcool ou outras drogas, não significa que a dependência seja completamente herdada ou pré-determinada. Porém, sabe-se que pessoas com história familiar de dependência apresentam maior risco do que as demais.

Que males o álcool e o cigarro pode causar?
O álcool pode ter seus efeitos no sistema nervoso central dividido em dois momentos distintos:

Primeiro Momento: age como um “estimulante”, pode ocorrer mudança comportamental, deixando a pessoa eufórica, desinibida, mais sociável e falante, com sensação de prazer e alegria ou intensificar um comportamento agressivo.
Segundo Momento: Age como um “depressor” da atividade cerebral, reduzindo a ansiedade, mas prejudicando a coordenação motora. Conforme aumenta a concentração do álcool no sangue, há a diminuição da autocrítica, a fala pode ficar “arrastada”, os reflexos ficam mais lentos, sonolência e prejuízos na capacidade de raciocínio e concentração. Em doses elevadas, a visão pode ficar “dupla”, ocorre prejuízo da memória, vômitos, insuficiência respiratória, podendo chegar à anestesia, coma e morte.

Ressalta-se que os efeitos dependem da quantidade de álcool que o indivíduo bebe e do metabolismo de seu corpo.É importante salientar que mesmo uma pequena quantidade de álcool que pode passar pelo leite materno já é suficiente para prejudicar o padrão de sono do bebê.
Seu uso por longo período pode causar danos psicológicos?
Sim. O uso prolongado pode causar dependência e, com ela, detecta-se todo um comprometimento físico, psicológico e social do usuário. Diminui o auto-cuidado, compromete o trabalho e as relações familiares, podem haver transtornos depressivos ou ansiosos, o comportamento pode tornar-se mais agressivo e em casos mais graves pode haver até suicídio ou homicídio.

Bebida e cigarro viciam?Sim. Porém, nem todo o usuário irá se tornar dependente da droga. Fatores genéticos, história familiar, e outros aspectos biopsicossociais podem interferir na relação do sujeito com a droga.

Que fatores os pais devem observar nos filhos para terem pistas de que eles estejam bebendo e fumando?O maior segredo para saber se os filhos estão ou não usando drogas é o conhecimento aprofundado da personalidade, das características pessoais e emocionais de seu filho. Existem algumas mudanças de comportamento que podem ser identificadas como comuns em todos os usuários, como por exemplo o cheiro de cigarro ou de álcool, comportamento mais isolado, preocupação em conseguir dinheiro e esconder coisas (cigarro). Porém, as conseqüências do uso dependem da personalidade da pessoa, do seu histórico familiar, dos fatores genéticos e dos relacionamentos que estabelece.

Como os pais devem se portar ao noticiarem que seus filhos estão envolvidos com estes tipos de drogas?O principal é o diálogo. Porém, os pais que nunca tiveram a rotina de conversar e se importar com o filho, terão dificuldade de estabelecer um canal de comunicação diante do envolvimento com drogas. Entender que a dependência é uma doença que precisa de ajuda médica para ser tratada e não direcionar ao usuário atos agressivos e de rejeição, pois estes últimos poderão o afastar ainda mais do convívio familiar e intensificar ainda mais o uso.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

As seis únicas coisas que as mulheres invejam nos homens...

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CONSTIPAÇÃO

Que problemas podem levar ao intestino preso?

As causas mais comuns da constipação são hábitos deficientes de eliminação das fezes (inibição da necessidade de evacuar, gerando o perigo de desaparecimento do reflexo), hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, tensão emocional, uso de medicamentos e perda do tônus da musculatura intestinal. Há outras causas, como: lesões no sistema nervoso, tumores e doenças infecciosas.

Só os alimentos conseguem regular o intestino ou é necessário o uso de remédios como laxantes?

Na maioria das vezes a mudança de hábitos alimentares resolve o problema. O uso de medicamentos deve ser esporádico e em determinadas situações específicas: constipação de origem emocional, como, por exemplo, em viagens.

Quais alimentos podem ajudar a regular o intestino preso? Por quê?

As fibras e a água são os alimentos mais importantes para regular o intestino. As fibras ajudam a reter água nas fezes, aumentando o volume e o peso delas, o que favorece o peristaltismo intestinal e, consequentemente, o aumento do número de evacuações.

Qual a frequência em que se deve ingerir os alimentos para conseguir regular o intestino?

Atualmente, recomenda-se, para adultos sadios, o consumo de 20 a 35g de fibras/dia.Para atingir as recomendações, é necessário fazer ingestão de frutas, cereais integrais, verduras, legumes e leguminosas (feijão, ervilha, soja, lentilha) nas principais refeições.E a ingestão de pelo menos 8 copos de água/dia.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Desfile de carnaval? Nada disso! Moda outono-inverno top!

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OMS eleva o alerta de pandemia da influenza A (H1N1) ao nível máximo


Na última quinta-feira, dia 11, a Dra. Margaret Chan, diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), declarou o nível 6 de pandemia da gripe suína – o nível máximo . “O mundo está agora no início da pandemia da influenza A H1N1. Até agora, temos motivos para acreditar que esta pandemia será de gravidade moderada. Com nossa experiência, podemos dizer que esta gravidade pode variar, dependendo de vários fatores, como de um país para outro.” Margaret afirmou também que o número de mortes, 145, é considerado pequeno, e que não é esperado um repentino salto do número de casos severos e fatais da infecção. Até agora, 74 países reportaram oficialmente 29.669 casos da influenza A (H1N1). No Brasil, já foram confirmados, ao todo, 64 casos. Segundo a diretora da OMS, foi percebido que a maioria dos casos tem ocorrido em pessoas com idade inferior aos 25 anos

Perguntas frequentes:

O que é uma pandemia?

Pandemia é quando uma infecção causada por um novo vírus se espalha por vários países. Foi o caso da AIDS, causada pelo vírus da HIV.A gripe comum, que sempre afeta as pessoas em determinadas épocas do ano, se espalha pelo mundo e causa de 250.000 a 500.000 mortes cada ano. Mas ela não é considerada uma pandemia, pois a maioria das pessoas já possui os anticorpos necessários para combatê-la, diferente da Influenza A (H1N1), um tipo novo de gripe que carrega genes de porcos e aves, a qual ninguém está imune.

O que o alerta de pandemia significa? A gripe influenza A (H1N1) está mais perigosa agora?

Não, não está mais perigosa. A declaração da pandemia é só o reconhecimento oficial da Organização Mundial da Saúde de que a gripe está se espalhando globalmente, e serve também para alertar os países que ainda não estiverem tomando as medidas necessárias para evitar a gripe, para fazerem-no agora.

Quando a pandemia vai acabar?

A maioria das pandemias acaba quando há um número suficiente de pessoas que se tornaram imunes à doença, seja por terem sobrevivido à infecção, seja por terem sido imunizadas pela vacina.A vacina contra a influenza A (H1N1) já está sendo produzida. Segundo a Folha Online, a empresa farmacêutica suíça Novartis informou nesta sexta-feira ter produzido com sucesso o primeiro lote da vacina. Este lote será avaliado e testado a partir de julho. A OMS informou que as vacinas para a gripe suína estarão prontas para venda em setembro, após serem aprovadas.

Fontes: OMS e WebMD

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Algumas das paranóias mais freqüentes nas mulheres

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Carne vermelha: consuma com moderação


A ingestão de carne vermelha está relacionada à maior prevalência de doenças cardiovasculares e de diversos tipos de cânceres. Consequentemente, também tem ligação com o aumento do risco de morte. As conclusões acima são do estudo Red and Processed Meat Intake Linked to Mortality, publicado recentemente na revista Archives of Internal Medicine.Após acompanhar 332.263 homens e 223.390 mulheres, o registro de mortalidade por todas as causas foi estatisticamente significativo nas pessoas com maior ingestão de carne: 31% maior entre os homens e 36% maior entre as mulheres. Na avaliação de mortalidade por câncer, percebeu-se um aumento de 20% nos indivíduos com elevada ingestão de carne vermelha. No caso das doenças cardiovasculares, o aumento foi de 27% para os homens e 50% para as mulheres.Há diversas hipóteses para tal associação. O dr. Eric Slywitch, docente dos cursos de especialização do GANEP Nutrição Humana, explica que a própria composição da carne, por seu maior teor de gordura saturada e ferro heme; a formação de compostos durante o seu aquecimento (hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, aminas heterocíclicas mutagênicas, mutagênicos N-nitroso); e os conservantes utilizados na preservação (nitritos) podem estar ligados ao aumento do risco de desenvolvimento dessas doenças.Segundo o nutrólogo, fatores como sedentarismo, tabagismo e obesidade, associados ao consumo de carne, aumentam a suscetibilidade. Também colaboram para isso a hipercolesteolemia, a hiperinsulinemia ou diabetes, atividade inflamatória elevada, níveis elevados de homocisteína e de ferro, antecedentes familiares para tais doenças, baixa ingestão de alimentos de origem vegetal (frutas, verduras, legumes, cereais integrais e feijões), entre outros. Os carnívoros inveterados não têm muitas alternativas para se prevenir dos problemas decorrentes. “Cozinhar a carne em água ou comê-la crua seriam as duas formas que não se associam ao crescimento do risco de câncer de intestino. Mas, considerando todos os riscos no geral, o ideal é consumir o mínimo possível (menos de 20 gramas por dia) de carnes processadas ou, se possível, não consumir. O mesmo serve para churrasco, grelhados e outras formas não cozidas ou cruas”, afirma o dr. Slywitch

Dieta vegetariana

Ainda de acordo com o dr. Slywitch, a falta de carne na rotina alimentar não traz prejuízos nutricionais ao organismo. “Se a pessoa tem uma dieta diversificada, com alimentos vegetais em quantidade e qualidade adequadas, a redução ou retirada da carne não trará impacto negativo. Ao contrário: muitas vezes, essas pessoas relatam melhora na disposição e na digestão. A medida só tem impacto negativo se a alimentação não for equilibrada”, alerta.O aspecto psicológico também pode interferir no processo de retirada da carne. “Pessoas que acreditam que a carne é necessária à saúde ou que gostam de sentir o estômago pesado após a refeição podem se sentir fragilizadas. Mas é emocional, não orgânico”, finaliza.

Bibliografia(s)

Nutriotal

Medscape. Red and Processed Meat Intake Linked to Mortality - 26 de Março de 2009. Disponível em http://www.medscape.com/viewarticle/590211.

National Cancer Institute. Disponível em http://www.cancer.gov.

terça-feira, 9 de junho de 2009

As mulheres são tão bonitas!

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O consumo de gelatina repõe os estoques de colágeno em adultos saudáveis?

Não. Uma alimentação equilibrada pode evitar perdas excessivas de colágeno. Alimentos como as carnes vermelhas e a gelatina são fontes de colágeno. Entretanto, não é possível repor todo o estoque de colágeno perdido com a idade somente por meio da alimentação.
O colágeno é a proteína mais abundante do reino animal, sendo o principal constituinte dos ossos, peles e tecidos conectivos de todos os mamíferos. A partir da terceira década de vida, começam a acontecer alguns eventos fisiológicos que incluem a diminuição da fabricação de colágeno pelo organismo, acompanhada de alterações em sua estrutura, o que causa modificações nos tecidos acima citados.
Com o avanço da idade, perde-se um pouco da flexibilidade (a “elasticidade” dos tendões e cápsulas articulares), observa-se o surgimento de rugas na pele, diminuição da densidade mineral óssea e alterações das propriedades articulares, que podem vir associadas a algumas doenças como, por exemplo, osteoporose e osteoartrose.
A gelatina comercial é um produto protéico solúvel em água quente, obtida por meio de hidrólise parcial do colágeno dos ossos e tendões de animais (normalmente o boi), o que o torna bem assimilado pelo organismo humano. Devido aos diferentes métodos de produção e fontes de colágeno, a composição nutricional das gelatinas pode variar, mas de maneira geral, o alimento contém cerca de 83% de proteína, sendo deficiente em todos os aminoácidos essenciais. Quando analisado o teor de aminoácidos não-essenciais nota-se que a gelatina apresenta concen­trações bastante elevadas dos aminoácidos arginina, prolina, glicina e alanina.
Sendo assim, o consumo de gelatina estimula a síntese de colágeno nas cartilagens e na matriz extracelular dos outros tecidos. Cabe ressaltar que a formação do colágeno depende, entre outras substâncias, da presença da vitamina C.


Bibliografia (s)

Nutriotal

Rebelatto JR, Calvo JI, Orejuela JR, Portillo JC. Influência de um programa de atividade física de longa duração sobre a força muscular manual e a flexibilidade corporal de mulheres idosas. Rev. bras. fisioter. 2006;10(1):127-32. Disponível em: http://www.crefito3.org.br/revista/rbf/rbfv10n1/pdf/16_120_05.pdf.

Saraiva GL, Lazaretti-Castro M. Marcadores Bioquímicos da Remodelação Óssea na Prática Clínica. Arq Bras Endocrinol Metab. 2002;46(1):72-8. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/abem/v46n1/a10v46n1.pdf.

Costa CDSS, Weber MLR. Estudo comparativo da dissolução de três diferentes marcas de colágeno utilizadas em técnicas cirúrgicas otológicas. Rev Bras Otorrinolaringol. 2003;69(6):744:51. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/rboto/v69n6/a04v69n6.pdf.

Montilla RNG, Aldrighi JM, Marucci MF. Relação cálcio/proteína da dieta de mulheres no climatério. Rev Assoc Med Bras. 2004;50(1):52-4. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ramb/v50n1/a35v50n1.pdf.

Wallace JD, et al. Responses of Markers of Bone and Collagen Turnover to Exercise, Growth Hormone (GH) Administration, and GH Withdrawal in Trained Adult Males. J Clin Endocrinol Metab. 2000;85(1):124-33. Disponível em: http://jcem.endojournals.org/cgi/reprint/85/1/124.

Roman JA, Sgarbieri VC. Caracterização Físico-química do Isolado Protéico de Soro de Leite e Gelatina de Origem Bovina. Braz. J. Food Technol. 2007; 10(2):137-43. Disponível em: http://www.ital.sp.gov.br/bj/artigos/bjft/2007/p06284.pdf.

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Aranha FQ, et al. O papel da vitamina C sobre as alterações orgânicas no idoso. Rev Nutr. 2000;13(2):89-97. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rn/v13n2/7911.pdf. Acessado em: 22/04/2009.Vellutini WC. Envelhecimento e degeneração da cartilagem articular. Acta Ortop Bras. 1997;5(1):1-4. Disponível em: http://www.inscricaoonline.com.br/docs/sbcj/img/V5A00001ss1997.pdf.

Klemba EA, Dobrzanski J, Gomes DD, Junior GS. Análise sensorial de gelatina diet, light e convencional de morango. UTFPR. 2007;2(1). Disponível em: http://www.pg.cefetpr.br/setal/docs/artigos/2007/gelatina_diet_light_convencional.pdf.