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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Greenpeace comemora 38 anos de muitas vitórias

Fundadores originais do Greenpeace, que saíram de Vancouver, Canadá, em 15 de setembro de 1971 para impedir os testes nucleares realizados em Amchitka, Alaska.


A independência e as ações diretas não-violentas foram e continuam sendo nossa principal bandeira de transformação


Hoje o Greenpeace comemora 38 anos de existência. Tenho certeza que em 15 de setembro de 1971 Bob Hunter ou qualquer outro membro da tripulação do velho barco Phyllis Cormack não imaginavam que, após uma frustrada aventura de protesto contra testes nucleares em Amchitka, no Alaska, o nome Greenpeace se consolidaria como uma importante parte do movimento ambientalista mundial.

De lá para cá muita coisa aconteceu. Foram muitas vitórias, contra a caça de baleias, utilização dos oceanos ou países em desenvolvimento como latas de lixo, moratória do mogno, proteção do Ártico, fim da pesca de arrasto no Pacífico, entre outras. Hoje temos mais de 3 milhões de colaboradores no mundo em 41 países, contamos com presença nacional no Brasil, Índia, China e Sudeste Asiático. Nosso próximo diretor executivo internacional será um sul-africano com raízes na luta contra o apartheid.

Mas algumas coisas não mudaram. Continuamos utilizando a ação direta não-violenta como nossa principal bandeira de transformação. Continuamos independentes, buscando doações de indivíduos, sem aceitar doações de governos ou empresas. Buscamos mobilizar pessoas ao redor do mundo para promover o desmatamento zero, a revolução energética com fontes renováveis e a proteção dos oceanos.

Nosso trabalho é especialmente desafiador em 2009. Este é um ano especial, pois em dezembro seremos testemunha ocular de um grande acordo climático que poderá iniciar uma mudança em nosso paradigma de desenvolvimento. Esse é o início de uma nova era, que priorizará as energias limpas, o fim do desmatamento, a geração de empregos verdes, a implementação de uma agricultura sustentável. A mudança não virá da noite para o dia. Será um processo que exigirá a mobilização de milhares de pessoas nas ruas de São Paulo, Pequim, Bruxelas e Washington, só para citar algumas.

Celebramos nossos 38 anos de existência indo para as ruas lutando por um planeta mais verde, mais justo e mais pacífico.
Fonte: Greenpeace

sábado, 5 de setembro de 2009

17 Idéias para você Salvar o Mundo


1. Informe-se
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam
2. Aja localmente
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure tema parecida na qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.
6. Seja efetivo
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
7. Crie notícia
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeje sua família
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável
13. Boicote
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por moviemntos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível


Fonte: Ambiente Brasil

domingo, 23 de agosto de 2009

JÁ PROVIDENCIOU A SUA????

No ano passado na Quarta-feira do dia 30 de Julho de 2008 postei uma matéria parecida com esta , é interessante ler clicando no marcador "Educação Ambiental".
Mas a coisa tá feia mesmo...

A triste história dos sacos plásticos descartáveis que “ganhamos” com tanta cordialidade das lojas…



Informações fornecidas pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos revelam que são consumidos anualmente entre 500 bilhões e um trilhão de sacos plásticos ao redor do mundo. (National Geographic 02/09/2003)



Menos de 1% dos sacos é reciclado. É mais caro reciclar um saco do que produzir um novo



“Existe una economia áspera por trás da reciclagem dos sacos plásticos. Processar e reciclar uma tonelada de sacos custa U$ 4000.A mesma quantidade de sacos é vendida no mercado de matérias-primas a U$ 32”.
Jared Blumenfeld, Diretor do Departamento de Meio Ambiente em São Francisco.

Então....


O que acontece com os saquinhos?

Um estudo de 1975 demonstrou que as embarcações transoceânicas lançam aproximadamente 4 milhões de kilogramas de plástico ao mar por ano.As lixeiras do mundo não estão inundadas de plástico porque a maior parte do plástico acaba no oceano.


Os sacos são arrastrados…


… até diferentes lugares do planeta



… até os mares, lagos e rios.



Os sacos encontram o caminho para o mar nos bueiros e encanamentos.



Já foram encontrados sacos plásticos flutuando ao norte do Círculo Ártico, e também muito mais ao sul, nas Ilhas Malvinas.


Os sacos plásticos representam mais de 10% dos dejetos que chegam às costas dos EUA.




Programa de Monitoramento de Dejetos da Marinha americana.

Os saquinhos plásticos se fotodegradam: com o passar do tempo se decompõem em petro-polímeros menores e mais tóxicos


Que finalmente contaminarão os solos e as vias fluviais.


Como conseqüência, partículas microscópicas podem entrar para a cadeia alimentar.



O efeito sobre a vida silvestre pode ser catastrófico



As aves ficam presas sem esperança.






Cerca de 200 diferentes espécies de vida marinha, incluindo baleias, golfinhos, focas e tartarugas morrem por causa dos sacos plásticos.




Morrem depois de ingerir os sacos plásticos, que confunden com comida.


ENTÃO...


O QUE PODEMOS FAZER??


Se usamos uma bolsa de tecido, podemos economizar 6 saquinhos plásticos por semana



Ou seja, 24 sacos por mês.




Ou seja, 288 sacos por ano.




Ou seja, 22.176 sacos ao longo da vida




Se apenas 1 de cada 5 pessoas neste país fizesse isso, economizaríamos 1.330.560.000.000 sacos plásticos durante nossas vidas.




Bangladesh proibiu os sacos plásticos.




A China proibiu os sacos plásticos gratuitos.


Irlanda foi o primeiro país da Europa a cobrar impostos sobre os sacos plásticos em 2002. Desta forma, reduziu o consumo em 90%.


Ruanda proibiu os sacos plásticos em 2005.



Israel, Canadá, Índia, Botswana, Quênia, Tanzânia, África do Sul, Taiwan e Singapura também proibiram ou estão em vias de proibir os sacos plásticos.





Em 27 de março de 2007, São Francisco tornou-se a primeira cidade dos EUA a proibir os sacos plásticos.

Oakland e Boston estão considerando essa possibilidade.




Os sacos plásticos são feitos de polietileno: um termoplástico que se obtém a partir do petróleo.



Reduzindo o uso dos sacos plásticos diminuirá o consumo de petróleo, recurso não renovável que gera tantos conflitos...


A China economizará 37 milhões de barris de petróleo por ano graças à proibição dos sacos plásticos gratuitos.



É POSSÍVEL:




Tem gente que ignora tudo isto…


mas VOCÊ JÁ SABE!!!

É questão de fazer um pequeno esforço e logo a gente se acostuma a levar a sacola de pano às compras como era antigamente...



TOPA?

É apenas um convite. Se você não topar, não vai acontecer nada com você. Se você começar, vai se sentir melhor.